Não é headcount que define empresa AI-Native. É onde a decisão mora.
O que encolhe (não some amanhã, mas muda):
→ Priorizador de backlog infinito
→ Tradutor eterno entre negócio e tech
→ Operação manual repetitiva na jornada
O que nasce:
→ Arquiteto de contexto (spec viva, não PRD morto)
→ Owner de governança de agentes
→ Curador de conhecimento estruturado (humano + máquina)
O que permanece — e fica mais valioso:
→ Quem conecta jornada do cliente a receita e executa
→ Quem faz stress test de risco antes de escalar
→ Quem fala a língua do board (ROI, compliance, inércia)
A pergunta para C-Level não é "quantos devs cortar". É: quais decisões repetidas hoje consomem margem — e qual dono vai redesenhar isso com IA?
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